Acidúria Glutárica: o caso real dos irmãos Felipe e Moisés

Acidúria Glutárica: o caso real dos irmãos Felipe e Moisés

Moisés, irmão mais velho, descobriu a doença depois do diagnóstico de Felipe, irmão mais novo

 

Diagnosticar uma doença genética rara pode salvar a vida de um paciente. Mas, mais do que isso, pode salvar também a vida de outros membros da família. Esse foi o caso dos irmãos Felipe e Moisés.

Moisés era um bebê de um ano aparentemente saudável quando seu irmão mais novo, Felipe, nasceu. Logo nos primeiros meses de vida, Felipe começou a apresentar sinais de atraso no desenvolvimento. 

“Quando Felipe tinha 6 meses, percebi que seu desenvolvimento motor não estava muito adequado”, conta Eliane, mãe de Moisés e Felipe. “A pediatra também percebeu o leve atraso e encaminhou para fisioterapia. Após 2 meses, Felipe continuava com atrasos, que eram muito sutis e que eu só percebi porque sou fonoaudióloga, atuo na área de neurologia e entendo de desenvolvimento infantil”.

A pediatra recomendou então uma tomografia, que revelou lesões em uma região do cérebro chamada gânglios da base, responsável pelos movimentos motores. O resultado indicava uma doença genética rara, chamada Acidúria Glutárica tipo 1 (AG1).

Para confirmar o diagnóstico, uma outra pediatra, chamada Jôse Gonçalves de Souza Savi, aconselhou Eliane a fazer o Teste da Bochechinha, triagem neonatal genética capaz de identificar mais de 340 doenças tratáveis da primeira infância, incluindo AG1. Os pais fizeram o teste nos dois filhos e, para a surpresa de todos, os resultados mostraram que Moisés tinha as mesmas alterações genéticas associadas à acidúria glutárica tipo 1.

“Moisés estava crescendo bem, tinha andado no tempo certo, falado no tempo certo”, diz Eliane. “O que chamava a minha atenção era que ele vomitava quando comia bastante ou alimentos com muita proteína, mas fiz testes de intolerância à lactose e os resultados foram normais. Então quando recebi os resultados do Teste da Bochechinha minha reação foi “Como assim?” Só  conseguia imaginar que ele correu enorme risco e não teve nenhum tratamento adequado. Descobri de forma tardia, mas de alguma forma o corpo do Moisés o protegeu”. 

O diagnóstico, felizmente, permitiu o início dos tratamentos antes dos primeiros sintomas se manifestarem em Moisés e evitou que Felipe sofresse as sequelas mais graves da doença.

 

O que é acidúria glutárica?

A acidúria glutárica é um Erro Inato do Metabolismo (EIM), classe de doenças raras que engloba condições caracterizadas por níveis alterados de substâncias que prejudicam o funcionamento do organismo. Ela é causada por mutações no gene GDCH, responsável por produzir a enzima glutaril-CoA desidrogenase (GCDH).

A acidúria glutárica é uma doença genética com padrão de herança recessivo. Para desenvolvê-la é preciso herdar o gene com mutação tanto da mãe quanto do pai. 

A enzima GCDH ajuda a metabolizar certos aminoácidos, como o triptofano, a lisina e a hidroxilisina. Eles são transformados em ácido glutárico, que é convertido em energia para as células.

Em pacientes de AG1, porém, a enzima GCDH está ausente ou não funciona corretamente. O resultado é o acúmulo de ácido glutárico no organismo, que se torna tóxico para o organismo e pode levar a danos no cérebro.

 

Sintomas e tratamento

A maioria dos bebês com AG1 nascem aparentemente saudáveis. Porém, os sintomas costumam aparecer logo nos primeiros meses de vida, como no caso de Felipe, quando alimentos que contém os aminoácidos triptofano, lisina e hidroxilisina começam a ser ingeridos. Esses alimentos incluem o leite, mais importante no caso de bebês, além de peixes e carne vermelha. Em casos mais raros, como o de Moisés, os sintomas podem demorar anos para se manifestar.

Os danos causados no cérebro pelo acúmulo de ácido glutárico podem causar diminuição do tônus muscular (hipotonia), perda de habilidades motoras, dificuldade de alimentação e convulsões. O controle do movimento das mãos, braços, pés, pernas, cabeça e pescoço também podem ser afetados e podem ocorrer espasmos musculares. 

O tratamento da doença consiste na restrição alimentar de proteínas que não são digeridas pelo organismo. Iniciar a dieta adequada o mais rapidamente possível é essencial para evitar as sequelas mais graves da AG1 e, para isso, o diagnóstico precoce é fundamental.

 

Como identificar a acidúria glutárica tipo 1?

A acidúria glutárica tipo 1 não é detectada pelo Teste do Pezinho oferecido pelo SUS, mas pode ser triada em algumas versões ampliadas do exame que utilizam espectrometria de massa em tandem e estão disponíveis na rede privada.

Como a doença é causada por mutações no DNA, exames genéticos também podem ser utilizados para diagnosticar ou triar a AG1. O Teste da Bochechinha, por exemplo, é uma triagem neonatal genética que pode ser realizada desde o primeiro dia de vida e identifica se o recém-nascido tem predisposição a mais de 340 doenças tratáveis da primeira infância, incluindo AG1.

“Faço parte de um grupo de mães que têm filhos com acidúria glutárica tipo 1 e 90% das crianças tiveram sequelas por não terem descoberto a doença de forma precoce”, conta Eliane. “Os pais não tiveram orientação sobre o Teste da Bochechinha, esse exame tão importante que pode salvar vidas. Se eu soubesse do Teste da Bochechinha, certamente já teria feito logo após o nascimento. Não precisa ter sintomas para realizar o exame. No caso dos meus filhos, eles nasceram perfeitos e sem sinais de algo grave”.

Mas, no caso de bebês ou crianças que já apresentam sintomas, é possível obter o diagnóstico de AG1 com o Painel de Doenças Tratáveis da Mendelics. Este painel é capaz de diagnosticar mais de 340 doenças raras, de manifestação precoce e com tratamento efetivo disponível. 

“Hoje meus meninos estão bem. Felipe foi o mais afetado, mas hoje ele anda, pula, corre, come pela boca e já está soltando algumas palavrinhas. Moisés tem uma vida normal, já toma a medicação, cortamos a proteína e segue em plena saúde, claro, com os devidos cuidados”. 

Quer saber mais sobre a acidúria glutárica tipo I? Deixe sua pergunta nos comentários abaixo ou entre em contato com a nossa equipe pelo telefone (11) 5096-6001 ou através do nosso site.

Filme Uma Gota De Esperança – A importância da Triagem Neonatal

Filme Uma Gota De Esperança – A importância da Triagem Neonatal

Mendelics Indica: Uma Gota De Esperança

O filme documentário Uma gota de esperança conta a história da jornalista Larissa Carvalho e seu filho, Théo, portador de uma doença rara e progressiva que não tem cura. 

Larissa viveu uma jornada angustiante em busca do diagnóstico do filho, que envolveu muitas consultas, exames e diferentes profissionais. Os sintomas de Théo, que nos seus primeiros meses de vida teve paralisia cerebral, evoluíam a cada dia e ele não se desenvolvia como outras crianças na mesma idade.

Após muito tempo de busca, finalmente Larissa obteve o diagnóstico final: Théo possui uma doença genética recessiva chamada Acidúria Glutárica tipo I (AG1). Um erro inato do metabolismo que possui tratamento e que quanto mais cedo for diagnosticado e tratado, melhor o prognóstico e a qualidade de vida da criança.

No documentário, Larissa descreve o susto que sofreu ao receber a notícia da doença e, principalmente, da frustração ao saber que a doença poderia ter sido diagnosticada logo nos primeiros dias de vida do Théo, através do Teste do Pezinho Expandido disponível na rede privada. 

Além disso, outros pais de crianças com doenças raras, iguais ou parecidas com a doença de Théo contaram suas histórias. No filme, Larissa se emociona ao contar quando visitou um instituto especializado em AG1 nos Estados Unidos para compreender mais sobre a doença, e lá notou várias crianças correndo e brincando.

Ao questionar os especialistas do local porque aquelas crianças eram tão diferentes do Théo, ela conta, com muita dor, que eles a explicaram que a diferença impactante na qualidade de vida daquelas crianças era baseada no diagnóstico feito na triagem neonatal, seguido por tratamentos precoces.

Também foram entrevistados especialistas de diversas áreas, incluindo Dra. Fernanda Monti e Dr. Rodrigo Arantes, médicos da Mendelics,  para comentarem sobre a importância de expandir a triagem neonatal na rede pública e disponibilizar informação à população brasileira sobre doenças raras e a necessidade de se obter diagnósticos precoces para oferecer qualidade de vida a todos. 

Desde o diagnóstico de Théo, Larissa passou a se dedicar à divulgação dos benefícios da ampliação do Teste do Pezinho básico e da importância da triagem neonatal.

Seu objetivo é fazer com que todas as grávidas saibam que existem outros testes de triagem neonatal mais completos na rede particular, e que o Governo expanda o número de doenças triadas no Programa Nacional de Triagem Neonatal oferecido no SUS.

Em outubro de 2020, a história de Théo ficou conhecida no Brasil inteiro através de um vídeo publicado pelo TEDxPUCMinas 2020. Intitulado como Eu matei os neurônios do meu filho, o vídeo repercutiu nas redes sociais. Para assistir o vídeo e saber mais sobre a doença do Théo, te convidamos a ler esse artigo.

 

Triagem neonatal da Acidúria Glutárica tipo I

A AG1 não faz parte do Programa Nacional de Triagem Neonatal do SUS, que rastreia apenas seis doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase). Sendo triada apenas em algumas versões ampliadas do Teste do Pezinho e pelo Teste da Bochechinha, a triagem neonatal genética da Mendelics.

O Bochechinha complementa o Teste do Pezinho básico e o expandido/ampliado. Centenas de doenças genéticas raras que possuem tratamento não são triadas pelo Teste do Pezinho, mas são identificadas através de uma análise genética. Através da moderna técnica de sequenciamento de nova geração (NGS), o DNA do bebê é analisado a fim de buscar alterações em centenas de genes. 

Bebês com alto risco de desenvolver AG1, identificados no Teste da Bochechinha, podem iniciar precocemente o acompanhamento médico e tratamento da doença. Quanto mais cedo o diagnóstico e o início do tratamento, maior a qualidade de vida do paciente.

Para saber mais sobre o Teste da Bochechinha, deixe sua pergunta nos comentários abaixo ou entre em contato com a nossa equipe pelo telefone (11) 5096-6001.

Entenda a doença do filho da Jornalista Larissa Carvalho do vídeo do TEDxPUCMinas

Entenda a doença do filho da Jornalista Larissa Carvalho do vídeo do TEDxPUCMinas

Na última semana um vídeo publicado pelo TEDxPUCMinas 2020 repercutiu nas redes sociais. No vídeo a jornalista Larissa Carvalho contou a jornada em busca do diagnóstico do seu filho, Théo, de 4 anos, que nos seus primeiros meses de vida teve paralisia cerebral.

Após muito tempo buscando entender porque seu filho teve paralisia cerebral, finalmente Larissa obteve o diagnóstico final: seu filho Théo possui uma doença genética recessiva chamada Acidúria Glutárica tipo I. Um erro inato do metabolismo que possui tratamento e que quanto mais cedo for diagnosticado e tratado, melhor a qualidade de vida e prognóstico da criança.

No vídeo, Larissa descreve o susto que sofreu ao receber a notícia da doença e, principalmente, da frustração ao saber que a doença tem tratamento eficiente quando diagnosticada precocemente. Por isso, passou a se dedicar em divulgar para o maior número de pessoas os benefícios da ampliação do Teste do Pezinho básico e da importância da triagem neonatal.

Acidúria Glutárica tipo I: A doença do Théo

A Acidúria Glutárica tipo I (AG1), conhecida também como Acidemia Glutárica tipo 1, é uma doença genética rara do grupo de erros inatos do metabolismo (EIM) que é causada pela deficiência de uma enzima da mitocôndria chamada glutaril-CoA desidrogenase (GCDH).

Geralmente, o organismo é capaz de metabolizar a proteína dos alimentos (presente, por exemplo, no leite, na carne bovina e em peixes) em aminoácidos. A enzima GCDH é responsável por realizar o metabolismo dos aminoácidos triptofano, lisina e hidroxilisina, ‘quebrando-os’ em uma substância chamada ácido glutárico, que é convertida em energia. 

Em bebês com AG1, a enzima GCDH está ausente ou não funciona (deficiente), tornando esses bebês incapazes de metabolizar esses aminoácidos e causando um acúmulo deles e de outras substâncias nocivas ao organismo (ácido glutárico, 3-OH-glutárico e glutacônico). Essas substâncias acumuladas começam a danificar uma parte do cérebro chamado gânglio basal que controla o movimento motor.

 

Qual a causa da acidúria glutárica tipo I?

A AG1 é causada por alterações genéticas (mutações) nas duas cópias do gene GCDH, que é responsável por produzir a enzima GCDH. É uma doença genética com padrão de herança recessivo, por isso, para desenvolvê-la é preciso herdar o gene GCDH “defeituoso” da mãe e do pai. 

Quando o bebê recebe apenas um gene GCDH “defeituoso” (do pai ou da mãe), é considerado um portador. Portadores (de alterações genéticas que causam doenças) não têm os sintomas da doença, porém, podem transmitir o seu gene alterado para os seus filhos.  

Por isso, muitas pessoas não sabem que são portadoras de uma alteração no gene GCDH e só descobrem quando tem um filho com a doença, como no caso da jornalista Larissa Matos e seu marido.

 

Quais são os principais sintomas da acidúria glutárica tipo I?

A maioria dos bebês com AG1 nascem aparentemente saudáveis, e os sinais e sintomas começam a se manifestar na primeira infância. Em um pequeno número de casos, os sintomas se iniciam mais tarde: após os seis anos de idade. 

É frequente que bebês com AG1 apresentarem macrocefalia (circunferência da cabeça maior do que o esperado para a idade) ao nascimento. Por isso, a doença precisa ser investigada em recém-nascidos com macrocefalia.

Quando o AG1 não é tratada precocemente, em geral, bebês entre 3 meses e 3 anos de idade apresentam crise encefalopática aguda, caracterizada pela diminuição do tônus muscular (hipotonia), perda de habilidades motoras, dificuldade de alimentação e, às vezes, convulsões. O controle do movimento das mãos, braços, pés, pernas, cabeça e pescoço pode ficar muito difícil e podem ocorrer espasmos musculares. 

Essas crises ocorrem geralmente devido a uma infecção febril, jejum ou outro fator de estresse para o corpo, como vacinas ou cirurgias. E resultam em lesões cerebrais graves e irreversíveis que podem levar a morte.

 

Como a doença pode ser identificada?

A AG1 não faz parte do Programa Nacional de Triagem Neonatal do SUS, que atualmente rastreia apenas seis doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase). A doença é triada em algumas versões ampliadas do Teste do Pezinho que usam espectrometria de massa em tandem (MS/MS)

A doença também pode ser identificada em um exame genético, um tipo de teste que analisa diretamente o DNA para identificar mutações no gene GCDH.  Esse é o teste mais preciso e confiável para identificar a doença, tanto em bebês assintomáticos (teste de triagem) quanto em pacientes de qualquer idade que tenham algum sintoma da doença (teste de diagnóstico).  

A realização do teste genético também é altamente recomendado para pessoas que tenham histórico familiar da doença.  

 

Como é feito o tratamento da acidúria glutárica tipo I?

O tratamento da AG1 tem como objetivo reduzir a produção das substâncias tóxicas ao organismo através da restrição da ingestão de lisina e triptofano. É relativamente simples e consiste em uma dieta hipoproteica com baixo teor de lisina e com suplementação oral de carnitina.

Porém, após o início das sequelas neurológicas, o tratamento nutricional é pouco eficaz. 

 

Conheça o Teste da Bochechinha

Foi pensando no diagnóstico precoce de doenças raras que possuem tratamento disponível, como a do Théo, que a Mendelics desenvolveu o teste de triagem neonatal genética mais completo do Brasil: o Teste da Bochechinha.

O Teste da Bochechinha é uma triagem genética que analisa diretamente o DNA em busca de alterações genéticas que predispõem o recém-nascido a desenvolver doença(s) tratáveis de manifestação ainda na infância.

Centenas de doenças genéticas raras que possuem tratamento não são triadas pelo Teste do Pezinho, mas são identificadas através de uma análise genética. 

O Teste da Bochechinha:

  • Analisa o DNA do bebê pela técnica de Sequenciamento de Nova Geração (NGS)
  • É capaz de triar mais de 340 doenças tratáveis
  • Contempla doenças e genes elencados pela equipe médica da Mendelics com base na literatura médica e em bancos de dados genéticos 
  • A coleta é rápida e indolor e pode ser feita pelos pais do bebê

 

Por que o Teste da Bochechinha é importante para o diagnóstico precoce da acidúria glutárica tipo I?

O AG1 é uma doença grave e progressiva que prejudica a qualidade de vida e futuro do bebê. Porém, com diagnóstico precoce e tratamento desde o nascimento, o desenvolvimento dos sintomas graves é evitável e controlável.

O AG1 ainda não faz parte do Teste do Pezinho do SUS e só pode ser detectado precocemente em exames laboratoriais da rede privada. Por isso, a AG1 é uma das mais de 340 doenças investigadas no Teste da BochechinhaO Bochechinha complementa o Teste do Pezinho básico e o expandido/ampliado. Centenas de doenças genéticas raras que possuem tratamento não são triadas pelo Teste do Pezinho, mas podem ser identificadas através de uma análise genética. 

Através da moderna técnica de Sequenciamento de Nova Geração (NGS), o DNA do bebê é analisado a fim de buscar alterações no GCDH, e em centenas de outros genes. Bebês com alto risco de desenvolver AG1, identificados em nosso teste, podem iniciar precocemente o acompanhamento médico e tratamento da doença. Quanto mais cedo diagnóstico e o início do tratamento, maior a qualidade de vida do paciente.

 

Meu filho tem suspeita de acidúria glutárica tipo I, posso fazer o Teste da Bochechinha para confirmar o diagnóstico?

O Teste da Bochechinha é um teste de triagem neonatal.

Quando a criança (ou pessoa de qualquer idade) tem algum sintoma de AG1 ou o recém-nascido teve o resultado do teste do pezinho ampliado/expandido positivo para AG1, recomenda-se realizar um exame genético de diagnóstico para confirmar a suspeita. 

A Mendelics oferece exames para o diagnóstico de AG1, incluindo o Painel de Doenças Tratáveis e o Painel de Distonias. Converse com seu médico!

Quer saber mais sobre a Acidúria glutárica tipo I e outras doenças raras tratáveis? Deixe sua pergunta nos comentários abaixo ou entre em contato com a nossa equipe pelo telefone (11) 5096-6001 ou através do nosso site.

 


Referências

  1. https://www.youtube.com/watch?v=ElqZ7-FXHdw
  2. https://rarediseases.org/rare-diseases/glutaricaciduria-i/
  3. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK546575/
  4. https://www.spdm.org.pt/media/1285/consensos-spp_spdm_38-5-acid%C3%BAria-glut%C3%A1rica-tipo-i.pdf
  5. https://medlineplus.gov/genetics/condition/glutaric-acidemia-type-i/#resources